A resposta não é, na realidade, o quanto você precisa de seguro de
vida, mas, de quanto dinheiro a sua família precisa depois que você
morrer.
Pergunte-se:
- De quanto dinheiro a minha família vai precisar, após a minha morte,
para pagar despesas imediatas, tais como despesas funerárias e outros
débitos?
- De quanto dinheiro vai precisar a minha família para manter o padrão de vida no longo prazo?
O benefício do seguro de vida pode ajudar a pagar despesas imediatas,
como despesas médicas não cobertas pelo seguro saúde, despesas
funerárias, despesas com heranças, custos finais de liquidação de bens,
impostos e outras grandes obrigações, tais como débitos vencidos e
saldos de hipotecas. Eles podem também ajudar a sua família a cobrir
obrigações financeiras futuras, tais como despesas diárias, dinheiro
para pagar faculdade dos filhos ou a aposentadoria da sua esposa e muito
mais.
Mas, como saber se você vai precisar de 200.000, 1 milhão ou 2
milhões de reais, ou mais ainda? A melhor forma de determinar as
necessidades do seu seguro de vida é fazer a chamada “Análise de
Necessidades de Capital”.
Ela funciona da seguinte maneira: comece avaliando as necessidades da
sua família. Reúna toda a sua informação financeira pessoal e faça uma
estimativa de quanto cada membro da sua família vai precisar para fazer
frente às obrigações financeiras atuais e futuras. Veja então todos os
recursos financeiros que os membros sobreviventes da sua família
poderiam obter para manter a si próprios. A diferença entre as
necessidades e os recursos deles é a necessidade adicional a ser coberta
pelo seu seguro de vida (veja o diagrama abaixo).
Isto pode parecer simples, mas calcular as necessidades de seguro de
vida de uma pessoa pode, na realidade, ser muito complicado. Para ficar
mais fácil de você ter um levantamento geral das suas necessidades,
procure seu corretor de seguros para ajudá-lo. Ele vai guia-lo através
de todo o processo e fornecer uma estimativa das suas necessidades de
seguro de vida.
fonte: figaseguros
A diferença básica entre a cobertura de morte no
seguro de vida e no seguro de acidentes pessoais é que o primeiro garante
indenização para a morte natural ou acidental, enquanto essa cobertura no
seguro de acidentes pessoais, como o nome diz, será paga unicamente no caso de
falecimento por acidente pessoal coberto.
Exatamente por ter uma cobertura
menos ampla, o seguro de acidentes pessoais, geralmente, tem custo menor que o
de vida.
Além disso, o valor pago pelo seguro de acidentes pessoais,
normalmente, não faz distinção entre jovens e idosos, enquanto o cálculo do
preço do seguro de vida varia de acordo com a idade do segurado.
Ambos, no
entanto, têm uma vantagem em comum. A indenização recebida pelos familiares
e/ou beneficiários não entra no inventário e não responde por eventuais dívidas
deixadas pelo segurado.
O valor da indenização (capital segurado) é pago
diretamente aos beneficiários, completamente isento de impostos.
A ANS é um órgão do governo que estabelece as normas,
efetua a fiscalização e a intermediação com as operadoras do sistema de
saúde suplementar (entre os quais as operadoras do seguro saúde). Também
é responsável por regulamentar as coberturas mínimas a serem dadas pelos
planos. É, portanto, uma importante fonte de informação para você
conhecer os seus direitos. Para facilitar a consulta, o órgão conta com
um
Espaço do Consumidor, no qual constam informações para auxiliar o usuário na utilização de serviços.
Outro canal muito útil é a
Federação Nacional de Saúde (FenaSaúde), associação civil sem fins lucrativos, que reúne as Seguradoras
Especializadas em Saúde (como a Marítima Saúde), além de operadoras de
outras modalidades, como Medicina e Odontologia de Grupo. A instituição
também trabalha para o desenvolvimento desse setor e seu relacionamento
com o consumidor, por meio de uma série de ações com o objetivo de
estimular as pessoas a adotarem hábitos saudáveis. Um bom exemplo é a
cartilha Hábitos Saudáveis: dicas para o seu dia-a-dia, que pode ser
baixada gratuitamente
aqui.
Lembre-se: ter um seguro saúde é
essencial, no entanto, é preciso saber todas as regras antes de
contratá-lo. Isso, com certeza, é um santo remédio!